segunda-feira, 17 de agosto de 2009

AUTO-AVALIAÇÃO

Após participar deste curso de inclusão digital, conclui que foi de grande importância pois através do Blog que criei me sinto mais integrada às pessoas envolvidas com a educação desse país.
Com certeza aprendi muitas coisas, mas o resultado poderia ter sido melhor se nossa Internet não fosse tão lenta, fazendo-nos levar quase uma tarde para criar um Blogger o que me deixou um tanto impaciente, porém procurei compreender levando na esportiva e participando de tudo na medida do possível.
Participar de cursos de formação é indispensável para melhorar minha prática pedagógica e consequentemente a aprendizagem de meus educandos.

MAPA CONCEITUAL - 3ª SÉRIE


COMPUTADOR NO COTIDIANO ESCOLAR

Neste mundo globalizado em que vivemos, onde parece que tudo acontece em tempo real, não é admissível que nossas escolas vivam no século passado em relação a inclusão digital. Para tanto é mais que necessário que nossos superiores disponibilizem salas de informática que realmente sejam possíveis de serem utilizadas, principalmente a Internet que é um dos principais meios de pesquisa para nossos educandos.
No meu entender se nos professores pudermos fazer das salas de informática um instrumento indispensável no desenvolvimento dos conteúdos em sala de aula, a escola com certeza sofrerá grandes transformações, pois as aulas se tornam mais atrativas, dentro dos atuais anseios de nossos educandos, deixando de lado as aulas cansativas e chatas que vivenciamos muitas vezes nos ambientes escolares.
No pequeno espaço de tempo que tenho levado meus alunos de 3ª e 4ª séries na sala de informática, percebo quanto é proveitoso a continuidade ou aprofundamento de conteúdos desenvolvidas em sala e o quanto as crianças ficam alegres e satisfeitas nesse ambiente; portanto é preciso fazer mais uso deste espaço.

terça-feira, 28 de abril de 2009

A televisão e o vídeo A televisão e o vídeo A televisão e o vídeo


Estamos deslumbrados com o computador e a Internet na escola e vamos deixando de lado a televisão e o vídeo, como se já estivessem ultrapassados, não fossem mais tão importantes ou como se já dominássemos suas linguagens e sua utilização na educação.

A televisão, o cinema e o vídeo, CD ou DVD - os meios de comunicação audiovisuais - desempenham, indiretamente, um papel educacional relevante. Passam-nos continuamente informações, interpretadas; mostram-nos modelos de comportamento, ensinam-nos linguagens coloquiais e multimídia e privilegiam alguns valores em detrimento de outros.

A informação e a forma de ver o mundo predominantes no Brasil provêm fundamentalmente da televisão. Ela alimenta e atualiza o universo sensorial, afetivo e ético que crianças e jovens – e grande parte dos adultos - levam para a sala de aula. Como a TV o faz de forma mais despretensiosa e sedutora, é muito mais difícil para o educador contrapor uma visão mais crítica, um universo mais abstrato, complexo e na contra-mão da maioria como a escola se propõe a fazer.

A TV fala da vida, do presente, dos problemas afetivos - a fala da escola é muito distante e intelectualizada - e fala de forma impactante e sedutora - a escola, em geral, é mais cansativa, concorda?. O que tentamos contrapor na sala de aula, de forma desorganizada e monótona, aos modelos consumistas vigentes, a televisão, o cinema, as revistas de variedades e muitas páginas da Internet o desfazem nas horas seguintes. Nós mesmos como educadores e telespectadores sentimos na pele a esquizofrenia das visões contraditórias de mundo e das narrativas (formas de contar) tão diferentes dos meios de comunicação e da escola.

Percebemos que na procura desesperada pela audiência imediata e fiel, os meios de comunicação desenvolvem estratégias e fórmulas de sedução mais e mais aperfeiçoadas mexem com o emocional, com as nossas fantasias, desejos, instintos. Passam com incrível facilidade do real para o imaginário, aproximando-os em fórmulas integradoras, como nas telenovelas.

Em síntese, os Meios são interlocutores constantes e reconhecidos, porque competentes, da maioria da população, especialmente da infantil. Esse reconhecimento significa que os processos educacionais convencionais e formais como a escola não podem voltar as costas para esses meios tão atraentes e, em consequência, tão eficiente. A maior parte do referencial do mundo de crianças e jovens provém da televisão. Ela fala da vida, do presente, dos problemas afetivos - a escola é muito distante e abstrata - e fala de forma viva e sedutora - a escola, em geral, é mais cansativa.

As crianças e jovens se acostumaram a se expressar de forma polivalente, utilizando a dramatização, o jogo, a paráfrase, o concreto, a imagem em movimento. A imagem mexe com o imediato, com o palpável. A escola não pode desvalorizar a imagem e essas linguagens para a produção do conhecimento. Ignorar a televisão e o vídeo significa exigir somente o desenvolvimento da escrita e do raciocínio lógico. É fundamental que a criança aprenda a equilibrar o concreto e o abstrato, a passar da espacialidade e contiguidade visual para o raciocínio sequencial da lógica falada e escrita. Não se trata de opor os meios de comunicação às técnicas convencionais de educação, mas de integrá-los, de aproximá-los para que a educação seja um processo completo, rico, estimulante. A escola precisa observar o que está acontecendo nos meios de comunicação e mostrá-lo na sala de aula, discutindo-o com os alunos, ajudando-os a que percebam os aspectos positivos e negativos das abordagens sobre cada assunto.

Para tanto, é preciso estabelecer pontes efetivas entre educadores e meios de comunicação. Educar os educadores para que, junto com os seus alunos, compreendam melhor o fascinante processo de troca, de informação-ocultamento-sedução, os códigos polivalentes e suas mensagens. Educar para compreender melhor seu significado dentro da nossa sociedade, ajudar na sua democratização, para que cada pessoa possa exercer integralmente a sua cidadania.

Do sonho aos ares

O vídeo “Do sonho aos ares” trata da insistência do homem em criar mecanismos que facilitam a vida das pessoas e isso Santos Dumont demonstrou muito bem. É a busca constante de inovar se superar que faz com que o ser humano, por meio das tecnologias, produza, cada vez mais, conhecimento. Na escola, o uso da informática tornou-se ferramenta indispensável à comunicação pessoal e profissional. Podemos dizer que vivemos as novas tecnologias em nosso cotidiano - elas nos ajudam a realizar o que já fazemos ou desejamos fazer, pois ampliam a nossa comunicação, oferecem propostas inovadoras e facilitam a mudança. Hoje, não se pode mais imaginar uma sociedade sem televisão, celular, internet, etc. Utilizamos a tecnologia desde o momento em que acordamos, ao ouvir o som do despertador. Além disso, em todas as áreas podemos visitar vários sites, fóruns e fazer chats com os alunos sobre assuntos ligados à disciplina. Apesar de todo esse avanço, nossas escolas precisam evoluir. Precisamos ser Santos Dumont na educação e alçar vôo nessa fantástica evolução aproveitando ao máximo os recursos oferecidos, contribuindo assim para que a escola seja um espaço de interação, cheio de possibilidades para a construção de novos conhecimentos. Dessa forma, as aprendizagens surgirão e se renovarão a cada dia.